terça-feira, 3 de maio de 2016

Desembargador nega recurso e mantém bloqueio ao WhatsApp no Brasil

Desembargador nega recurso e mantém bloqueio ao WhatsApp no Brasil
Foto: Bruno Fortuna/ Fotos Públicas
O desembargador Cezário Siqueira Neto negou a liminar em mandado de segurança que pedia o desbloqueio do aplicativo WhatsApp. A decisão foi publicada durante o Plantão do Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) na madrugada desta terça-feira (3). O recurso foi impetrado pelo WhatApp Inc. Dessa forma, está mantido o bloqueio de 72 horas ao aplicativo de troca de mensagens iniciado às 14h desta segunda-feira (2) (veja mais). TIM, Oi, Claro, Nextel e Vivo cumpriram a determinação. Caso elas não obedeçam a medida, deverão pagar multa diária de R$ 500 mil.
Fonte: Bahia Notícias

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Bahia perde R$ 1 bilhão em repasses da União em 2015

Bahia perde R$ 1 bilhão em repasses da União em 2015
Foto: Reprodução / Efetividade
O Governo do Estado perdeu cerca de R$ 1 bilhão em receitas em 2015. Esse valor seria equivalente ao repasse da União aos cofres baianos se o Fundo de Participação dos Estados (FPE) tivesse mantido o crescimento equivalente ao da receita tributária desde 2012.  O dado é resultado de levantamento feito pela área técnica da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-Ba).  De acordo com o órgão, a queda na arrecadação da União tem reflexos diretos nas contas públicas na Bahia. Nos últimos anos, as transferências correntes têm crescido sempre menos que a arrecadação tributária do Estado, como é o caso do FPE. Com as perdas acumuladas, a Bahia ultrapassou o limite prudencial para gastos com o funcionalismo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que toma por base justamente a receita corrente, o que impôs ao Estado uma série de restrições nos gastos com pessoal.
Fonte: Bahia Notícias

PGR pede abertura de inquéritos contra Aécio Neves e quatro senadores do PMDB

PGR pede abertura de inquéritos contra Aécio Neves e quatro senadores do PMDB
Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito contra o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), e outros quatro senadores do PMDB. Segundo a Folha de S. Paulo, as novas acusações têm como base a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (MS). Duas investigações são contra o candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. Uma delas apura se Aécio recebeu propina de Furnas e outra se ele maquiou informações do Banco Rural para ocultar o mensalão do PSDB. Outro inquérito solicitado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot pede investigação contra os senadores do PMDB Jader Barbalho (PA), Valdir Raupp (RO), Romero Jucá (RR) e Renan Calheiros (AL), presidente do Senado. Eles teriam participado de um esquema de recebimento de propina através das obras de Belo Monte. O quarto inquérito é conta o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, e o deputado Marco Maia (PT-RS). Ainda segundo a Folha de S. Paulo, eles são acusados de atuar na CPI Mista da Petrobras, realizada em 2014, oferecendo benefícios a empresas investigadas em troca de recursos para campanha. Caso o ministro do STF Teori Zavascki acate os inquéritos, os envolvidos se tornam réus na Corte.
Fonte: Bahia Notícias

'Atrasados' podem declarar o Imposto de Renda a partir de hoje

Do G1, em São Paulo


A Receita Federal começa a receber nesta segunda-feira (2), a partir das 8h, as declarações de Imposto de Renda (IR) dos contribuintes "atrasados", que perderam o prazo oficial para entregar o documento até as 23h59 de sexta-feira (29). Também começam a ser recebidas nesta segunda as declarações retificadoras, de pessoas que enviaram o documento, mas precisaram fazer alguma correção.
Quem estava obrigado a apresentar a declaração (confira aqui) e deixou de fazê-lo deve se preparar para mandar o documento à Receita o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso. A multa mínima por atraso é de R$ 165,74, mas pode atingir até 20% do imposto devido.
Quem perdeu o prazo tem 30 dias para fazer o pagamento da multa mínima, assim que enviar o documento. Caso os valores sejam mais altos, é possível procurar uma unidade da Receita para efetuar o parcelamento, informou o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir.
Receita Federal recebeu 27.960.663 declarações do IR, segundo balanço divulgado na madrugada deste sábado (30). A estimativa é que 239 mil contribuintes tenham perdido o prazo para entregar do documento, pois a Receita esperava receber 28,2 milhões de declarações.
Das quase 28 milhões de declarações, 102.383 foram enviadas por dispositivos móveis.
Mesmo antes do término do prazo, a Receita Federal informou que 716 mil declarações já estavam retidas na malha fina do IR devido a inconsistências das informações prestadas.
Veja abaixo dicas de Ana Cláudia Utumi, sócia responsável pela área Tributária de TozziniFreire Advogados:
O contribuinte que perdeu o prazo de declaração tem quantos dias para regularizar sua situação?
O envio da declaração em atraso pode ocorrer a qualquer momento a partir das 8h do dia 2 de maio, segundo a Receita Federal. O contribuinte que perdeu o prazo para enviar a declaração deve apresentá-la o quanto antes, pois a multa é calculada conforme o tempo de atraso.

A multa fica mais cara conforme o número de dias de atraso aumenta?
A lei estabelece multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido apurado na declaração, ainda que integralmente pago. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o valor máximo é de 20% do imposto sobre a renda devido.

Assim, caso o contribuinte entregue a declaração até o último dia útil de maio, por exemplo, irá pagar 1% do IRPF devido ou R$ 165,74 (o maior entre os dois valores). No entanto, caso a entrega ocorra dia 1º de junho, a multa percentual já seria o dobro, ou seja, 2%.

O que acontece se o contribuinte deixar de declarar?
Deixar de declarar é considerado sonegação e, além da multa pela falta de entrega da declaração, o fisco poderá cobrar o imposto devido sobre a renda não declarada (lembrando que os bens não declarados podem ser considerados acréscimos patrimoniais injustificados, tributáveis pelo IRPF), mais multa de 150% (aplicável no caso de sonegação fiscal) e juros Selic.

Caso o contribuinte não pague o valor cobrado pelo fisco, após o final de processo administrativo, a pessoa física poderá ser investigada e processada por crime de sonegação fiscal, punível com pena de reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.
O que acontece se, depois do prazo de entrega, o contribuinte perceber que faltou alguma informação ou houve algum erro?
Mesmo depois do prazo de entrega da declaração, é possível fazer a retificação das informações. Essa retificação pode ser feita a qualquer momento, antes que o contribuinte entre em fiscalização, e a nova declaração substitui a original. Para isso, é necessário indicar no programa que trata-se de declaração retificadora, e inserir o número do protocolo de envio da declaração original. Não há multa pela retificação em si, mas pode haver imposto adicional a pagar, sobre o qual incidirá multa (0,33% ao dia, limitada a 20%) e juros, uma vez que o prazo para pagamento foi dia 29 de abril.

O que acontece se o contribuinte não declarou algum bem ou direito passível de ser declarado e não fizer a retificação?
Nesse caso, há sonegação, incluindo ativos existentes fora do Brasil. Neste último caso, além de evasão fiscal, será considerado evasão de divisas (manutenção de ativos no exterior sem declaração) e o uso dos recursos não declarados poderá gerar acusação de lavagem de dinheiro.

Como regularizar a situação de ativos fora do Brasil que não foram declarados?
Para os ativos existentes fora do Brasil que tenham como origem atividades econômicas lícitas e que não tenham sido declarados, os contribuintes brasileiros têm a oportunidade de regularizar sua situação com o Regime Especial de Regularização Cambial (“RERCT”) até 31 de outubro de 2016, desde que atendam às demais condições para a adesão ao programa.
Fonte:http://g1.globo.com/economia/imposto-de-renda/2016

IBGE confirma concurso para 7825 vagas temporárias


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) escolheu a Fundação Cesgranrio para ser a organizadora do concurso para 7.825 vagas temporárias. A dispensa de licitação, que confirma a definição da instituição, foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 20. O próximo passo do IBGE é assinar o contrato com a organizadora. O órgão divulgará dois editais para esta seleção. Ambos estão programados para sair na primeira quinzena de junho.
O IBGE já esclareceu que estes concursos para pesquisas econômicas e sociais estão confirmados, apesar de as seleções para o Censo Agropecuário terem sido canceladas. De acordo com o termo de referência do concurso (documento enviado às instituições interessadas em organizar o certame), os editais para 7.825 vagas devem ser divulgados nos dias 14 ou 15 de junho, com as inscrições ocorrendo entre os dias 21 de junho a 19 de julho. Este cronograma, no entanto, poderá ser alterado caso seja do interesse do IBGE ou da organizadora escolhida
Um edital trará oferta de 7.500 vagas de agente de pesquisas e mapeamento, cargo que exige o nível médio e tem remuneração de R$1.708 (vencimento de R$1.250 e auxílio-alimentação de R$458). Já o outro será para  300 vagas de agente de pesquisas por telefone (nível médio e experiência de um ano em teleatendimento/telemarketing ativo ou receptivo nos últimos cinco anos), com ganhos de R$1.408 (salário-base de R$950 e auxílio-alimentação), e 25 de supervisor de pesquisas, para graduados, com remuneração de R$5.058 (vencimento de R$4.600 e auxílio-alimentação).
As provas objetivas estão programadas para 4 de setembro e serão compostas por 60 questões. Para a função de agente de pesquisas e mapeamento, cargo com maior oferta de vagas, deverão serão cobrados conhecimentos de Português, Geografia, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Gerais. O resultado final do concurso, que terá validade de dois anos, prorrogável por igual período, está previsto para o dia 3 de outubro. As chamadas deverão ocorrer de forma imediata. Os selecionados serão contratados por até três anos, com direito a férias e 13º salário.
Fonte: Folha Dirigida - http://www.tnh1.com.br/noticias/noticias-detalhe/concursos/ibge

STF envia para Moro indícios de pagamento de propina durante governo FHC

STF envia para Moro indícios de pagamento de propina durante governo FHC
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki enviou ao juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato na primeira instância, as citações feitas pelo senador Delcídio do Amaral, em delação premiada, sobre o pagamento de propina por parte da OAS a políticos do PFL (atual DEM) da Bahia para garantir a compra de uma máquina da empresa Alstom.  O episódio teria ocorrido entre 1999 e 2001, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.De acordo com o jornal Valor Econômico, Zavascki afirmou, em decisão, que as declarações do Senador neste caso "não revelam envolvimento direto de pessoa com prerrogativa de foro", e concluiu que cabe a Moro avaliar se é de sua competência ou não tratar do caso.  Segundo Delcídio, no período, foi implementado programa voltado a conter problema de racionamento de energia elétrica e que, antes desse programa governamental, já havia sido adquirida a máquina 'GT24', da empresa Alstom, para atendimento das necessidades da Refinaria Landulfo Alves. Ele afirmou que essa máquina apresentou defeitos em outros países que a haviam adquirido. Ele ainda contou que a OAS possuía interesse na compra do equipamento, de acordo com o diretor da empresa na época, Carlos Laranjeira. Na ocasião, segundo Delcídio, Laranjeira teria falado que entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões haviam sido separados para pagamentos de propina, possivelmente para políticos ligados ao PFL da Bahia.
Fonte: Bahia Notícias

Temer deve procurar Lula após o impeachment de Dilma


© Fornecido por Notícias ao Minuto
O vice-presidente Michel Temer deve procurar o ex-presidente Lula tão logo o Senado admita o processo de impeachment de Dilma Rousseff. De acordo com a coluna Painel da Folha de S. Paulo, em conversas reservadas, Temer tem dito que a contribuição do PT “seria de extrema importância” para garantir estabilidade a um novo governo. 
Na avaliação do PMDB, o petista é fundamental para segurar a pressão das ruas que está dividida e com grande parcela contra o impedimento da presidente. Lula sabe que terá dificuldade para se posicionar contra a agenda econômica do vice. Afinal, Henrique Meirelles era seu nome para a Fazenda há tempos. 
É consenso no PT que o partido será cobrado se, no Congresso, votar contra medidas que resgatem a economia brasileira da UTI. “Não se pode mais dividir a sociedade entre nós e eles”, diz um interlocutor do vice. 
Em contraponto, petistas afirmam que não há sentido em apoiar o possível novo presidente. “Michel Temer não precisará do PT para garantir sua governabilidade no Congresso. Nós e eles sabemos disso. A aproximação não faria qualquer sentido”, diz um dirigente petista
Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/