terça-feira, 14 de junho de 2016

Hillary propõe leis mais restritas para compra de armas após atentado

Terça, 14 de Junho de 2016 - 08:21


por Estadão Conteúdo
Hillary propõe leis mais restritas para compra de armas após atentado
Foto: HillaryClinton.com
A pré-candidata do Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, denunciou a "inflamada retórica antimuçulmana" e propôs a elaboração leis de armamento mais restritas no país, em sua primeira manifestação sobre o assunto após o atentado em uma boate gay em Orlando que deixou 49 mortos no domingo. "Se o FBI está te observando por supostas ligações com terroristas, você não deve ser capaz de apenas ir comprar uma arma", disse a candidata. Omar Mateen, o atirador deste domingo, foi investigado pela Agência Nacional de Investigação (FBI, na sigla em inglês) dos EUA. Os comentários de Hillary contrastaram com a reação de seu provável rival republicano, Donald Trump, que afirmou que parte da culpa pelo atentado na Flórida é das leis imigratórias flexíveis. O magnata também ampliou sua proposta de banir a entrada de imigrantes muçulmanos nos EUA. "A questão fundamental é que a única razão pela qual o assassino estava nos EUA, em primeiro lugar, é porque permitiram que sua família viesse até aqui", disse Trump, em uma referência ao atirador que nasceu nos EUA, mas os pais emigraram do Afeganistão. Clinton denunciou a "inflamada retórica antimuçulmana" dizendo que "não estamos em uma terra de ganhadores e perdedores". Ela prometeu que, como presidente, reforçaria as leis federais que combatem o terrorismo e que identificar e deter terroristas domésticos seria uma prioridade. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Bahia Notícias

Dilma discute com senadores consulta sobre novas eleições

Terça, 14 de Junho de 2016 - 08:20


por Ricardo Galhardo e Julia Lindner | Estadão Conteúdo
Dilma discute com senadores consulta sobre novas eleições
Foto: Roberto Stuckert Filho / PR
A presidente afastada Dilma Rousseff vai se reunir nesta terça-feira (14) com senadores e representantes de movimentos sociais para discutir a proposta de uma consulta popular sobre a realização de novas eleições. Dilma quer aproveitar o ambiente de crise instalado pelos pedidos de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), para tentar ganhar votos de parlamentares indecisos ou favoráveis ao impeachment. Segundo senadores, o clima de "fim do mundo" causado pelos pedidos de prisão feitos pela Procuradoria-Geral da República e pela sombra da delação premiada de executivos da Odebrecht na Lava Jato criou um ambiente mais favorável para que a tese da realização de novas eleições ganhe espaço no Senado. Na quinta-feira passada, Dilma admitiu em entrevista à TV Brasil a possibilidade de um plebiscito, caso consiga reverter a votação do processo de impeachment no Senado. Dois dias antes o senador Roberto Requião (PMDB-PR), contrário ao afastamento da petista, realizou um jantar em seu apartamento, que reuniu cerca de 25 outros senadores. "Tinha 30 pessoas na minha casa, todos fechados com o plebiscito e novas eleições. No fim dos 90 dias de interinidade pode chegar a 40", disse Requião. Segundo ele, vários parlamentares estão descontentes com o início do governo do presidente em exercício Michel Temer. "A distribuição de poder nos Estados desagradou a muita gente. Tem senador que só precisa de um motivo, de um ponto de apoio, para votar contra o impeachment", afirmou. Dilma precisa dos votos de 27 senadores para voltar ao cargo. Segundo o Placar do Impeachment do jornal O Estado de S. Paulo, hoje ela teria 18 votos. Temer precisa do voto de 54 senadores e tem 37. Parlamentares que votaram a favor do afastamento da petista e declaram voto pelo impeachment - como Álvaro Dias (PV-PR) - admitem, agora, que a tese das novas eleições ganhou fôlego. "O plebiscito é uma forma de aplacar a consciência de alguns senadores que querem votar contra o impeachment, mas temem a repercussão negativa. Há alguns não desejosos de votar pelo impeachment", afirmou Dias. O senador Dário Berger (PMDB-SC), que também declara voto a favor do impeachment, é simpático à iniciativa, mas acha que ela é tardia. "Simpatizo com a ideia, mas a gente não vive de simpatia, só simpatizar não basta", disse o peemedebista. Berger calcula que há 30 senadores que apoiam a ideia. Além de representantes das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, vão participar da reunião com Dilma um grupo de senadores de diversos partidos que defendem as novas eleições, entre eles Requião. Este grupo tem procurado parlamentares descontentes desde a semana passada pedindo assinaturas para um documento em favor do plebiscito. Para o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), é tarde demais para Dilma propor uma consulta popular sobre novas eleições. O peemedebista avalia que a petista deveria ter sugerido a ideia antes do processo de impeachment ser instaurado. Eunício revelou que há alguns meses o PMDB cogitou buscar um acordo com a então presidente nesse sentido, mas acredita que com o processo de afastamento praticamente concluído uma nova votação iria prejudicar o País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Bahia Notícias

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Baianópolis: Prefeitura cancela festejos juninos por conta de crise econômica

Segunda, 13 de Junho de 2016 - 22:16
Baianópolis: Prefeitura cancela festejos juninos por conta de crise econômica
Foto: Reprodução / Jornal Gazeta do Oeste
A atual crise econômica levou a prefeitura de Baianópolis, Bacia do Rio Grande, a cancelar os festejos juninos desse ano. De acordo com informações do portal G1, o prefeito Anderson Cleyton Santos tomou a decisão na sexta-feira (10), após a divulgação de um estudo técnico realizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). Segundo nota divulgada pela prefeitura, o estudo apontou que quedas e retenções do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) afetaram a cidade. Dessa forma o cancelamento teria como objetivo manter o equilíbrio nas contas do município, e evitar eventuais despesas. A festa aconteceria entre os dias 24 e 26 de junho, na Praca Juarez Souza.

Fonte: Bahia Notícias

Planalto e Centrão tiram apoio a mandato de Cunha

Segunda, 13 de Junho de 2016 - 10:03

Brasília - O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) perdeu apoio do Palácio do Planalto, do PMDB e do Centrão (maior bloco parlamentar informal do Congresso) na luta para manter o mandato. Antes poderoso, o presidente afastado da Câmara está acuado por antigos aliados, que o pressionam para que renuncie ao cargo na direção da Casa, e pela Operação Lava Jato. Cunha vê a preservação do mandato como única forma de não ser preso – ele teme que seus processos sejam remetidos a primeira instância e fiquem sob cuidados do juiz Sérgio Moro.
Na semana passada, Cunha foi procurado por dois parlamentares do Centrão, grupo que ajudou a criar. Ambos o aconselharam a renunciar, pelo bem do governo do presidente em exercício Michel Temer. Cunha se descontrolou e, aos gritos, disse que jamais tomará essa atitude. A medida seria vista como sinal de enfraquecimento, e isso poderia tornar inevitável a cassação em plenário.
Na quinta-feira, dia em que a mulher dele, a jornalista Cláudia Cruz, virou ré na Lava Jato por decisão de Moro, o deputado mandou mensagens a integrantes do Centrão dizendo que não pode abrir mão do mandato porque o juiz federal promoveria um “cerco” a ele e a sua família.
Aliados de Cunha admitem prognóstico desfavorável para votação no plenário
WILTON JUNIOR/ESTADÃO
Cunha: Aliados de Cunha admitem prognóstico desfavorável para votação no plenário
© Fornecido por Estadão 
A estratégia para tirar Cunha de cena vem sendo chamada nos bastidores do governo e do Congresso de “operação mão do gato”, numa dupla referência ao gesto do felino de bater e recolher o braço imediatamente e ao ato de agir sorrateiramente. O medo do PMDB e do Planalto é de que Cunha, num gesto de vingança, possa fazer acusações contra Temer e o partido. No Planalto, a avaliação é de que Cunha se tornou um fator que só atrapalha o governo.
Criador e criatura. No Centrão, a convicção é de que a “criatura se tornou maior do que o criador”, conforme a definição de um líder ao falar do grupo e de Cunha. O objetivo do bloco é manter o poder sobre o comando da Câmara e fazer o sucessor do presidente afastado da Casa.
Líderes do Centrão avaliam ser possível vencer a votação sobre o processo que pesa contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara, prevista para amanhã, e aprovar uma pena mais branda, como suspensão por três meses. Para isso, contam com o voto da deputada Tia Eron (PRB-BA), que não assume publicamente a defesa da cassação do mandato.
No plenário, porém, o prognóstico é desfavorável ao peemedebista. Por isso, parte do Centrão vê como alternativa mais viável que o presidente afastado renuncie ao cargo – o gesto poderia convencer parlamentares a aceitarem a pena branda.
“Hoje a situação está muito difícil. Chegou a um ponto muito desgastante. Fica difícil apoiar”, afirma o líder do PR, Aelton Freitas (MG). Segundo ele, no plenário será muito difícil para os deputados que sustentam Cunha nos bastidores manter esse apoio, pois a votação será aberta.
Vice-líder do PMDB e membro da “tropa de choque” de Cunha, o deputado Carlos Marun (MS) admite que haverá votos contrários ao peemedebista até na bancada, mas avalia ser minoria. “Obviamente não é uma situação fácil, haja vista a pressão externa.”
No PP, o líder Aguinaldo Ribeiro (PB) apoia o presidente afastado da Câmara nos bastidores, mas já é pressionado por seus deputados por sua posição. “No momento em que o processo for à votação em plenário, a maioria do PP não vota com Cunha. A maioria não está com ele. O pessoal só não está manifestando isso em respeito ao líder”, disse o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), da bancada ruralista.
No plenário, bastam 257 votos para a cassação de Cunha ser aprovada. Hoje, nove partidos se declararam nesse sentido: PT, PC do B, PDT, Rede, PSOL, DEM, PSDB, PSB e PPS, que somam 218 deputados. O Centrão tem cerca de 220 parlamentares.
Além de articular a mudança no parecer do Conselho de Ética que pede sua cassação, Cunha atua na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para mudar as regras de votação do relatório no plenário e, com isso, impedir que a recomendação por uma pena mais branda seja alterada para uma punição mais dura. O processo por quebra de decoro foi aberto há mais de 220 dias e tem como objeto a acusação de que Cunha mentiu ao afirmar na CPI da Petrobrás, em 2015, que não possuía contas secretas no exterior.
Fonte: msn.com

Poluição atmosférica é fator de risco para AVC, diz pesquisa

Segunda, 13 de Junho de 2016 - 09:50

Poluição atmosférica é fator de risco para AVC, diz pesquisa
Foto: Divulgação
A poluição atmosférica é um dos principais fatores de risco para acidentes cerebrais vasculares (AVC), principalmente países em desenvolvimento, segundo um estudo publicado nesta sexta-feira (11) na revista “Lancet”. De acordo com os pesquisadores, o índice onde a poluição pode ser determinante para o AVC chega a 33,7% nos países de média e baixa renda. “Ficamos surpresos em descobrir que uma proporção assombrosamente alta da “carga” dos AVCs — o número de dias perdidos por uma morte prematura e os anos de vida produtivos perdidos devido a incapacidades— podia ser atribuído à poluição atmosférica, em particular nos países em desenvolvimento”, contou o professor Valery L. Feigin, da Universidade Tecnológica de Auckland, na Austrália – líder do estudo.
 
A pesquisa foi realizada em 188 países entre os anos de 1990 e 2013. Ao analisar 17 fatores de risco, os cientistas descobriram que 90% da “carga” dos AVCs poderiam ser atribuídas a fatores de risco modificáveis, essencialmente fatores de risco comportamentais como o tabagismo, alimentação ruim, ou sedentarismo. Já a parte atribuível à poluição foi avaliada em 33,7% nos países com média e baixa renda, contra apenas 10,2% nos países com alta renda em 2013, mostrando um aumento crescente desde 1990. Esse resultado prova que, nos últimos 20 anos, o fator poluição aumentou consideravelmente entre os doentes.
 
No sul da Ásia e na África subsaariana, o índice chega a 40%, sobretudo devido à contaminação atribuída ao uso de combustíveis sólidos para aquecimento ou para cozinhar. Além da poluição, outros fatores de risco aumentaram suas proporções de causa para AVCs. O consumo de bebidas açucaradas, por exemplo, aumentou 84% e supõe um aumento de 63% do risco. Os principais fatores de risco conhecidos são: hipertensão, ausência de frutas e verduras na alimentação, consumo elevado de sal e açúcar, obesidade, sedentarismo e fumo.

Fonte: Bahia Notícias

Cunha avisa a Temer que, se cair, levará com ele 150 deputados, senador e ministro

Segunda, 13 de Junho de 2016 - 09:46

Cunha avisa a Temer que, se cair, levará com ele 150 deputados, senador e ministro
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil
Acossado pelas investigações da Operação Lava Jato, afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) enviou um recado duro ao presidente interino Michel Temer. De acordo com a Coluna do Estadão, o peemedebista avisou que, caso não seja salvo, enredará junto a ele outros 150 deputados federal, um senador e um ministro próximo ao interino. Ainda de acordo com a publicação, alvo de pedidos incessantes para que renuncie à presidência da Câmara, Cunha responde com um palavrão e argumenta que, caso abdique da função, será preso. 

Fonte: Bahia Notícias

Brasil sofre gol controverso, perde para o Peru e está fora da Copa América

Segunda, 13 de Junho de 2016 - 09:43

Brasil sofre gol controverso, perde para o Peru e está fora da Copa América
Foto: Reprodução / Twitter / Conmebol

Foi de forma polêmica que o seleção brasileira deu adeus a Copa América Centenário. Em um jogo sem muitas emoções na noite deste domingo (12), o time comandado por Dunga não conseguiu marcar diante do Peru e acabou perdendo por 1 a 0, com um gol polêmico marcado por Ruidíaz no Gillete Stadium, em Foxborough, nos Estados Unidos.

Fonte: Bahia Notícias